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Vitória atropela e Vasco fica na Série B

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Quem deu o Vitória como morto na Série B pode se enganar. Em uma desesperadora luta contra o rebaixamento para a Série C, o Rubro-Negro fez o seu dever, atropelou o melancólico Vasco por 3 a 0 em São Januário (RJ) e, com resultados favoráveis na rodada, se manteve bem vivo na disputa a três rodadas do término da competição.Os gols foram marcados por Marcinho (2) e Thalisson.

Já o Cruzmaltino encerrou qualquer possibilidade matemática de acesso, que já era praticamente impossível. O time atuou sob fortes vaias e xingamentos ao longo de quase toda a partida dos poucos torcedores que se fizeram presentes.

A três rodadas do fim do campeonato, não há mais nada que Fernando Diniz e companhia possam fazer para o Gigante — adormecido — da Colina voltar à elite. Os triunfos de Goiás, CRB e Guarani jogaram a última pá de cal nas chances de acesso, pois o Cruzmaltino só pode chegar a 56 pontos, dois a menos do que tem o Goiás, quarto colocado. Resta juntar os cacos e focar no planejamento para o ano que vem, já iniciado pela diretoria.
Os poucos torcedores que compareceram nas sociais de São Januário — único setor aberto para vascaínos — queriam mostrar apoio incondicional e confiança num milagre, mas a desilusão veio logo no primeiro minuto de jogo. Marcinho acertou uma bomba no ângulo, sem chances para Lucão, e colocou o Vitória em vantagem.
O gol no início murchou a torcida e os jogadores, que fizeram um primeiro tempo sem nenhuma inspiração. A melhor oportunidade de empatar foi num chute de longe de Andrey que passou rente à trave. O cenário só não ficou pior porque David perdeu uma chance cara a cara com Lucão.
Na etapa final, mais do mesmo. Sem gana e criatividade, só posse de bola inútil, o Vasco nem esteve perto de evitar a derrota. A arquibancada bem que tentou ajudar e voltou a cantar com forção. Não adiantou. Aos 23, Thalisson Kelven, de cabeça, fez o segundo do Leão. Aos 32, Marcinho converteu pênalti sofrido por David para fechar a goleada e o vexame crumaltino. Fim digno da Série B que fez o Vasco: uma vergonha, como a torcida fez questão de gritar após o término.

FICHA TÉCNICA

VASCO 0 X 3 VITÓRIA

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Campeonato Brasileiro – 35ª rodada

Local: São Januário (RJ)

Data: Quarta-feira, 10/11/2021

Horário: 21h30 (Brasília)

Árbitro: Caio Max Augusto Vieira (RN)

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Assistentes: Jean Marcio dos Santos (RN) e Lorival Candido das Flores (RN)

VAR: Pablo Ramon Gonçalves Pinheiro (RN)

Cartões Amarelos: Walber, Andrey, Gabriel Pec e German Cano (Vasco) / Eduardo e Fernando Neto (Vitória)

Gols: Marcinho 1’/1T; Thalisson Kelven 23’/2T; Marcinho 31’/2T

VASCO DA GAMA: Lucão, Bruno Gomes, Walber (Romulo), Leandro Castan e Riquelme; MT (Morato), Andrey, Marquinhos Gabriel e Nenê; Gabriel Pec (Matias) e German Cano – Técnico: Fernando Diniz

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VITÓRIA: Lucas Arcanjo, Raul Prata, Thalisson Kelven, Wallace e Roberto (Renan Luís); João Pedro, Eduardo (Cedric) e Fernando Neto (Soares); Marcinho (Alisson Santos) e David (Caíque Sousa) – Técnico: Wagner Lopes

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Santos vence o Flamengo em noite de pênalti perdido por Gabigol

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Um jogo pouco valioso, mas animado até acima das expectativas. O Maracanã foi palco de um digno duelo entre Flamengo e Santos, pela 37ª rodada do Campeonato Brasileiro. E, nesta segunda-feira, o Peixe venceu por 1 a 0, com gol de Marcos Leonardo, assegurou a permanência na elite e ainda viu Gabigol, a sua cria, desperdiçar uma cobrança de pênalti, algo raríssimo. A reta final da partida ainda foi marcada por protestos da torcida rubro-negra, que cobrou “disposição” e avisou que o time, vaiado na despedida em casa da temporada, era “sem vergonha”.

Como os dois times estavam leves por conta do caráter amistoso do jogo, houve fluidez das jogadas de ambos os lados, além de boa intensidade. O Flamengo teve mais a bola e chegou com perigo em lances pela direita, com Gomes, Everton e Matheuzinho aparecendo bem no setor. Um gol até saiu por ali, quando o lateral (impedido) cruzou na medida para Pedro chapar, mas foi anulado. Depois, João Paulo e Hugo fizeram defesas de destaque.

O goleiro do Flamengo parou Marcos Leandro e Marinho, salvando um sistema defensivo hesitante (principalmente pelo lado esquerdo). Já o do Santos sobressaiu quando espalmou uma bola à queima-roupa de Gomes, já no fim do primeiro tempo (e gerando revolta em Gabi, que queria o passe do lado). Conclusão: foi um 0x0 parcial mentiroso e agradável de se ver.

A voltagem não diminuiu no segundo tempo. Pelo contrário. Elétrico como os mandantes, o Santos marcou após uma arrancada espetacular de Marcos Guilherme, cuja bola sobrou para Marcos Leonardo completar para a rede – a zaga do Fla apagou. O auxiliar anulou o gol, mas, dessa vez, o VAR confirmou a abertura do placar, aos 13 minutos. A partida só animou mais ainda.

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A torcida do Fla empurrou mais o time, e a pressão se acentuou pelo empate. Vitinho, que vinha mal, sofreu um pênalti minutos depois do gol santista. E adivinhe: Gabigol desperdiçou a cobrança, o que não ocorria desde o Carioca de 2020. Raridade. E ele, apesar de um lance estar em posição irregular, ainda perdeu gols frente a frente com João Paulo. Uma noite para o camisa 9 apagar da memória – e logo com o clube que o criou.

O Flamengo recheou o time de molecada, o que era esperado, porém, na prática, não saiu mais nada de produtivo após o pênalti perdido. E a Nação perdeu a paciência: passou a chamar o time de “sem vergonha” e a avisar que “para jogar no Mengo tem que ter disposição”. Já a torcida do Santos ficou feliz da vida com o triunfo em pleno Maracanã e o do alívio quanto a um possível rebaixamento.

FICHA TÉCNICA
Flamengo 0 x 1 Santos – 37ª rodada do Campeonato Brasileiro


Data/Hora: 06/12, às 20h (de Brasília)
Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Anderson Daronco (Fifa/RS)
Assistentes: Rafael da Silva Alves (Fifa/RS) e Michael Stanislau (RS)
Árbitro de vídeo: Daniel Nobre Bins (RS)
Público/renda: 40.542 pagantes e 41.930 presentes / R$ R$ 1.302.015,00
Gramado: irregular
Cartões amarelos: Pedro, Matheuzinho (FLA) / Marcos Leonardo, Kaiky, Raniel (SAN)
Cartões vermelhos: 

GOL: Marcos Leonardo, 13’/2ºT (0-1)

FLAMENGO (Técnico: Mauricio Souza)
Hugo, Matheuzinho, Gustavo Henrique, David Luiz e Rodinei; João Gomes (Lázaro, 40’/2°T), Andreas Pereira e Vitinho (Thiaguinho, 40’/2ºT); Everton Ribeiro (Matheus França, 32’/2ºT), Gabigol e Pedro.

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SANTOS (Técnico: Fábio Carille)
João Paulo, Kaiky, Luiz Felipe e Danilo Boza; Madson, Camacho (Vinicius Balieiro, 40’/2ºT) Vinícius Zanocelo e Lucas Braga; Marcos Guilherme, Marinho (Ângelo, 40’/2ºT) e Marcos Leonardo (Raniel, 43’/2ºT).

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Bahia vence o Fluminense e sai do Z4 do Brasileirão

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No confronto em que os dois times precisavam dos três pontos, melhor para o Bahia, que jogou bem, imprimiu ritmo e venceu o Fluminense por 2 a 0 na Arena Fonte Nova, neste domingo, pela 37ª rodada do Campeonato Brasileiro. Os dois gols foram marcados por Gilberto, que tiraram a equipe da zona de rebaixamento. Pelo lado carioca, a fraca atuação desperdiçou a chance de se garantir na Libertadores.

Com o resultado, o Bahia vai para o 15º lugar, com 43 pontos, e torce por derrotas de Juventude e Cuiabá para se manter fora do Z4. Na última rodada, a equipe enfrenta o Fortaleza. Já o Flu fica com 51 pontos em sétimo e precisa bater a Chapecoense na quinta-feira, às 21h30, no Maracanã, para ir à competição continental.

POLÊMICA
Com os dois times com a necessidade de vencer, o início do jogo foi bastante intenso, especialmente pelo lado do Bahia. A única boa chegada do Fluminense aconteceu com um minuto, quando Fred apareceu livre, mas chutou por cima do gol. Entretanto, mais uma polêmica de arbitragem neste Brasileirão aconteceu aos nove. Gilberto tentou desviar de cabeça e a bola bateu no braço de Caio Paulista, mas o árbitro Luiz Flavio de Oliveira não marcou e o VAR também não chamou para análise.

NA FRENTE
A insistência do Bahia deu resultado. Marcos Felipe vinha salvando e fazendo defesas difíceis, mas, aos 35 minutos, Luccas Claro, com o braço totalmente levantado, tocou com a mão na bola e, desta vez, o árbitro assinalou o pênalti. Gilberto foi para a cobrança e colocou os donos da casa na frente. O Fluminense, desligado ao longo dos 45 minutos, não conseguiu imprimir ritmo em momento algum.

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GOLAÇO
Quem mostrou mais vontade saiu para o intervalo com a vantagem. Aos 46 minutos, Luccas Claro ajeitou de peito nos pés de Rossi, que acionou Gilberto. O atacante avançou e aproveitou Marcos Felipe adiantado para ampliar o placar para o Bahia. Se o time da casa buscou o gol do início ao fim da primeira etapa, o Fluminense não teve organização e demonstrou pouca vontade.

MENOS DOIS
Na frente no placar, o Bahia tentou desacelerar o ritmo do jogo para controlar o resultado. Do lado do Flu, Marcão tirou André e Caio Paulista, colocando Martinelli e Cazares, para tentar melhorar o meio-campo. Com isso, os cariocas criaram três boas oportunidades em 15 minutos, mas não chegou a balançar a rede. Aos 21, Manoel e Rossi se envolveram em confusão e acabaram expulsos.

VITÓRIA GARANTIDA
Com as mudanças, o Fluminense seguiu tentando chegar ao ataque, mas foi pouco perigoso. Com os ânimos exaltados e muitos cartões amarelos, o clima no jogo ficou quente. Guto Ferreira tentou segurar ainda mais o time para evitar sustos e conseguiu, garantindo importante vitória para o Bahia.

FICHA TÉCNICA:
BAHIA 2X0 FLUMINENSE

Data/Hora: 05/12/2021, às 16h
Local: Arena Fonte Nova, Salvador (BA)
Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira (Fifa-SP)
Assistentes: Neuza Ines Back (Fifa-SP) e Miguel Cataneo Ribeiro da Costa (SP)
Árbitro de vídeo: Igor Junio Benevenuto de Oliveira (VAR-Fifa-MG)

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Gols: Gilberto (38’/1ºT) (1-0), Gilberto (46’/1ºT) (2-0)
Cartões amarelos: Gilberto, Juninho Capixaba (BAH), Luccas Claro, Wellington, Yago Felipe, Fred (FLU)
Cartões vermelhos: Rossi (BAH) e Manoel (FLU)

BAHIA: Danilo Fernandes; Nino, Conti, Luiz Otávio e Matheus Bahia (Renan Guedes – 37’/2ºT); Patrick de Lucca, Edson (Raniele – 37’/2ºT) e Rodriguinho (Juninho Capixaba – 14’/2ºT); Rossi, Raí (Ronaldo – 32’/2ºT) e Gilberto (Rodallega – 32’/2ºT). Técnico: Guto Ferreira.

FLUMINENSE: Marcos Felipe, Samuel Xavier, Luccas Claro, Manoel e Danilo Barcelos; André (Martinelli – intervalo), Wellington (Lucca – 29’/2ºT) e Yago Felipe; Luiz Henrique (Matheus Ferraz – 29’/2ºT), Caio Paulista (Cazares – intervalo) e Fred (Bobadilla – 29’/2ºT). Técnico: Marcão.

 

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Hamilton vence GP da Arábia Saudita e divide liderança da F1 com Verstappen

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O piloto inglês Lewis Hamilton, da Mercedes, venceu GP da Arábia Saudita neste domingo (5). Em corrida emocionante, ele ultrapassou o holandês Max Verstappen, da Red Bull, a seis voltas do fim da corrida, que ficou em segundo lugar. A terceira posição do pódio foi ocupado por Valtteri Bottas, também da Mercedes.

Com o resultado, Hamilton e Verstappen estão empatados na liderança do Mundial, com 369,5 pontos, faltando apenas uma corrida para o término da temporada, que será realizado no próximo domingo (12), em Abu Dhabi, no circuito de Yas Marina. Desde 1974, não havia um campeonato empatado antes da última corrida.

O Circuito de Jeddah, conhecido como uma pista feroz, teve três largadas, com quatro pilotos abandonando a corrida nas primeiras 20 voltas: Nikita Mazepin, Sergio Pérez,  Sebastian Vettel e George Russell.

A prova de hoje teve duas bandeiras vermelhas, intervenções do safety-car e uma freada de Verstappen que acabou sendo atingido na parte traseira do carro por Hamilton. Poucas voltas após o incidente, o inglês da Mercedes conseguiu ultrapassar Verstappen e vencer a corrida.

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Já no fim da prova, na reta dos boxes, Bottas passou Esteban Ocon, da Alpine, e conquistou a terceira posição.

Após o final da corrida, drones voaram e fizeram uma simulação da pista da Arábia Saudita no céu.

Veja a atual pontuação do mundial:

  • Max Verstappen, com 369,5;
  • Lewis Hamilton, com 369,5;
  • Valtteri Bottas, com 218;
  • Sergio Perez, com 190;
  • Charles Leclerc, com 158;
  • Lando Norris, com 154;
  • Carlos Sainz Jr, com 149.5;
  • Daniel Ricciardo, com 115;
  • Pierre Gasly, com 100;
  • Fernando Alonso, com 77;
  • Esteban Ocon, com 72;
  • Sebastian Vettel, com 43;
  • Lance Stroll, com 34;
  • Yuki Tsunoda, com 20;
  • George Russell, com 16;
  • Kimi Raikkonen, com 10;
  • Nicholas Latifi, com 7;
  • Antonio Giovinazzi, com 3;
  • Mick Schumacher, com 0;
  • Nikita Mazepin, com 0;
  • Robert Kubica, com 0.

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