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ELEIÇÕES 2022

Sergio Moro atinge 11% em primeira pesquisa de intenção de voto após filiação

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Ex-ministro da Justiça do governo Bolsonaro, Sergio Moro aparece com 11% das intenções de voto em pesquisa feita pela Ponteio Política. É o primeiro levantamento feito após o ex-juiz ter se filiado ao Podemos.

Moro fica com o terceiro lugar das intenções de voto, atrás de Lula (37%) e Jair Bolsonaro (24%), deixando Ciro Gomes (8%) para trás. Foram entrevistadas mil pessoas em todo o País, entre os dias 16 e 18 de novembro.

Com margem de erro de 3 pontos percentuais, o levantamento indica que há espaço para que uma candidatura fora dos extremos – a chamada terceira via – pode chegar ao segundo turno.

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ELEIÇÕES 2022

Escolha de Braga Netto como vice de Bolsonaro cria divisão até mesmo entre militares no governo

A hipótese de indicar o general Walter Braga Netto para integrar como vice a chapa de Bolsonaro nas eleições de 2022 provoca resistências entre os militares

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Membros das Forças Armadas que atuam no Palácio do Planalto avaliam que o general Braga Netto, ministro da Defesa, não agrega votos, informa a jornalista Bela Megale no Globo.

Os militares conhecem o desgaste político e eleitoral do ocupante do Palácio do Planalto e consideram que este precisa de alguém em sua chapa que atraia o eleitor.

Caciques do centrão defendem que Bolsonaro tenha como vice um nome da política, preferencialmente do Nordeste ou de Minas Gerais.

Bolsonaro, porém, está obcecado pela ideia de que poderá sofrer um golpe e quer uma garantia de que isto não ocorrerá, pelo menos com a iniciativa ou a cumplicidade de seu vice. Ele tem essa certeza sobre o general Braga Netto, escreve a jornalista.

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ELEIÇÕES 2022

Governo pede mais tempo para costurar acordos e votação da PEC dos Precatórios é adiada no Senado

Líder do governo e relator da matéria, o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) disse que um acordo “está próximo de ser compreendido”

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O Senado Federal adiou mais uma vez a votação da PEC dos Precatórios em primeiro turno no plenário, apesar do forte interesse do Palácio do Planalto em dar celeridade à matéria.

Durante a sessão desta quarta-feira (1), em que a casa legislativa se dedicou a aprovar indicações de autoridades para cargos públicos – inclusive de André Mendonça para o Supremo Tribunal Federal (STF) –, o relator da proposta, senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), que também é líder do governo, disse que um acordo para a aprovação da matéria “está próximo de ser compreendido”.

Com o avanço das negociações, Bezerra sugeriu que a deliberação da proposta ficasse para a quinta-feira (2), às 9h (horário de Brasília). Neste caso, um dos desafios para o Palácio do Planalto será manter o quórum elevado para não correr riscos de ser derrotado em plenário ou ver alguma destaque indesejado de bancada aprovado pelos congressistas.

O governo tem enfrentado maiores resistências durante a tramitação da PEC dos Precatórios no Senado Federal. Por isso, precisou abrir uma frente de negociações – o que tem significado concessões em troca de apoio necessário para a aprovação da matéria.

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Por se tratar de Proposta de Emenda à Constituição (PEC), o texto precisa do apoio de 3/5 dos integrantes de cada casa legislativa em dois turnos de votação. Ou seja, no Senado Federal, são pelo menos 49 dos 81 votos.

Pela regra, Câmara e Senado precisam aprovar a mesma versão do texto para que ele seja promulgado e passe a valer. A proposta vai de uma Casa para a outra (o chamado pingue-pongue) até que seja votada sem diferenças de mérito.

O presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), reafirmou que a PEC dos Precatórios tem “absoluto senso de urgência” e acatou a sugestão do relator. Ele anunciou, ainda, que a MP do Auxílio Brasil (MP 1.061/21), de relatoria do senador Roberto Rocha (PSDB-MA), também será apreciada na quinta-feira. O texto foi aprovado pelos deputados na semana passada.

Um grupo de senadores tenta convencer o relator a respeito do fim do subteto para precatórios em 2026. A mudança sofre resistência por parte do Ministério da Economia, que vê o risco aos parâmetros fiscais com eventual rediscussão constitucional em ano eleitoral. O texto resultante dos acordos que sucederam a aprovação da matéria na CCJ ainda não é conhecido.

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ELEIÇÕES 2022

Rodrigo Neves movimenta Niterói olhando as eleições

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Em ritmo de construção de unidade, o ex-prefeito de Niterói Rodrigo Neves se reuniu na noite desta sexta-feira (19) em um grande encontro para debater as perspectivas para o Estado do Rio de Janeiro. O evento contou com a presença do atual prefeito, Axel Grael, do secretário das Culturas do município, Leonardo Giordano, e da vereadora Walkiria Nictheroy, entre outras lideranças e representações de movimentos sociais da cidade.

Axel Grael destacou a importância do trabalho de Neves, quando esteve à frente da Prefeitura de Niterói, para que a cidade conseguisse hoje manter uma saúde financeira e de gestão.

“O Rodrigo saiu da prefeitura com mais de 80% de aprovação. Nós estamos dando continuidade ao que o Rodrigo fez em Niterói. O trabalho que ele estruturou permitiu avanços significativos para a cidade. No enfrentamento à Covid-19, temos uma das maiores taxas de vacinação, o que nos permite estar na vanguarda de uma retomada da economia. Para isso, anunciamos cerca de R$ 2 bilhões para essa retomada. Niterói tem um projeto de cidade que foi implementado e liderado pelo Rodrigo. Hoje, a gente tem que fazer de tudo pra enfrentar e derrotar o bolsonarismo no Brasil e tirar o Estado do Rio de Janeiro da crise em que está”, afirmou o prefeito.

Ao analisar as dificuldades enfrentadas pelo povo fluminense, Leonardo Giordano enfatizou a referência que foi o governo de Rodrigo Neves para Niterói. “Rodrigo tem um profundo compromisso com o povo, é um orgulho para a cidade e está certamente entre os políticos que fizeram história e transformaram a vida das pessoas. A gente faz política para mudar a vida do povo. Em Niterói, muitas vidas foram transformadas através das inúmeras iniciativas que aconteceram nos períodos dos governos de Rodrigo e agora de Axel. O Estado precisa dar a guinada que Niterói deu.”

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Levar para as periferias os direitos da população foi uma marca da gestão de Rodrigo, destacou Walkiria. “O nosso desafio é recuperar o Brasil e o Estado. Essa gente nefasta que está em Brasília se elegeu aqui, teve a contribuição de uma parcela expressiva do eleitorado fluminense. A transformação do Rio de Janeiro acena para a transformação nacional”, disse ela.

“Eu tenho uma convicção muito grande de que com a força do povo nós vamos reconstruir o Estado do Rio de Janeiro. Nós temos que ir para onde o povo está para derrotar o que há de pior na política, que está afundando nosso país e nosso Estado. A vida está muito difícil, as pessoas estão passando fome, desempregadas, morrendo porque falta saúde pública, a juventude morre na violência. A partir da melhor experiência de Niterói, uma experiência progressista, temos uma referência fundamental para seguir. Reconstruir o Rio vai ser resultado da inteligência e da força do povo do Rio de Janeiro”, afirmou Rodrigo Neves.

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