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Rodoviários podem fazer greve geral no Rio de Janeiro

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Na sede do Sindicato dos Rodoviários, em Campo Grande, nesta terça-feira, 23/11, os trabalhadores vão se reunir em uma assembleia geral para debater sobre o dissídio do setor e as demissões programadas para o BRT. É possível que decidam por uma paralisação geral e por tempo indeterminado.

Algumas das principais reclamações são: os salários que foram reduzidos, os trabalhadores sem plano de saúde, e o fim da cesta básica e ticket alimentação.

O Sindicato lembra que em 2015 eram 35 mil rodoviários em atividade e, antes da pandemia, esse número passou para 24 mil. Atualmente, depois da pandemia e do encerramento das atividades de cerca de 15 empresas só na cidade do Rio de Janeiro, esse número caiu para 19 mil profissionais.

Sobre o BRT, a ideia da secretária municipal de Transportes, Maína Celidonio, que diz que para que o novo modelo de gestão do BRT funcione irá realizar a demissão e a recontratação dos atuais empregados, dando todas as garantias de quitação das verbas rescisórias e direitos trabalhistas, é vista como desastrosa pelo Sindicato.

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Por isso, a direção enviou um ofício para a secretaria, cobrando que seja encaminhado para o Sindicato todas as informações sobre o modelo de gestão que será implantado no BRT, além das datas que os trabalhadores serão demitidos e contratados novamente.

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Castro e Paes defendem fogos em Réveillon de Copa; decisão será de comitês

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O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), e o prefeito da capital, Eduardo Paes (PSD), concordam com a realização da tradicional queima de fogos na praia de Copacabana no Réveillon deste ano. A decisão final, entretanto, caberá aos comitês científicos estadual e municipal.

Ontem à noite, Paes informou no Twitter ter pedido a Castro a análise da possibilidade de fazer apenas a queima de fogos. Hoje, em agenda pública em um hotel em Copacabana, o governador afirmou que acha o pedido “razoável”.

Ele acrescentou que as festas particulares estão permitidas e cada município vai estipular as suas regras sanitárias para realização. O estacionamento na orla será proibido para tentar impedir aglomerações.

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Lateral do Flamengo se envolve em acidente de trânsito com vítima fatal

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O lateral-esquerdo Ramon, do Flamengo, se envolveu em um acidente de trânsito com vítima fatal na noite deste sábado (4), na zona oeste do Rio de Janeiro. Segundo a Polícia Civil do Rio de Janeiro, o jogador de apenas 20 anos atropelou um ciclista, que trabalhava como entregador de aplicativo.

Após o acidente, Ramon parou o carro e pediu socorro, mas a vítima, que tinha 30 anos, veio a óbito. O atleta foi encaminhado para o 16º DP, na Barra da Tijuca, onde prestou depoimento ao delegado de plantão.

A Polícia informou que deve ouvir testemunhas do acidente e analisar as imagens de câmeras de segurança da via para investigação.

O jogador Ramon ainda não se pronunciou sobre o acidente.

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Depois de cancelar réveillon, prefeito do Rio fala sobre a possibilidade de não ter carnaval

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O prefeito voltou a falar sobre a incerteza para realização do carnaval e disse que espera não precisar cancelar a festa, não apenas pela importância cultural do evento, mas para a economia do Rio.

“Eu sigo a ciência sempre. Tomara que não precise cancelar o carnaval, não só pela importância dessa festa para a cultura do nosso país, mas pela importância econômica para a cidade e para o Brasil”, disse Paes.

Na manhã deste sábado (4), o prefeito anunciou o cancelamento da festa de réveillon do Rio.

Ainda segundo o prefeito, mais uma vez será a avaliação do comitê científico que definirá pela realização ou não do carnaval.

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“Eu acho que tem grupos fazendo ataques seletivos em determinadas celebrações por motivo de preconceito, na minha opinião. Então, só vou tomar a decisão se o comitê científico disser: ‘Não pode ter’. Não pode ter, não pode ter. O que a gente pede é clareza”, afirmou o prefeito.

Para Paes, a decisão dos especialistas em saúde devem ser claras. “Esses comitês científicos, aqueles que vocalizam em nome da ciência, precisam ter muita responsabilidade naquilo que dizem, porque isso confunde. Não dá pra gente ter decisão de autoridades conhecidas na saúde dizendo uma coisa, e o outro diz outra. Fica confuso”, disse o prefeito.

Paes se referiu a divergência na avaliação do comitê científico da prefeitura do Rio, que disse ser possível a realização da festa, enquanto o comitê estadual não deu parecer favorável à realização do evento.

 

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