EM BRASÍLIA

Planalto decreta sigilo em encontros de Bolsonaro com pastores lobistas do MEC

Segundo reportagem de O Globo, Gabinete de Segurança Institucional alega que informação não pode ser divulgada porque coloca em risco a vida do presidente e de seus familiares.

O Palácio do Planalto afirmou, em resposta ao jornal “O Globo”, que, por segurança, não pode dar informações sobre as visitas dos pastores Gilmar Santos e Arilton Moura à sede do governo federal.

Santos e Moura são os pastores no centro das denúncias de irregularidades no Ministério da Educação. Em um áudio, o ex-ministro Milton Ribeiro diz, durante reunião com prefeitos, que repassava verba da pasta para os municípios apontados pelos dois religiosos. Ribeiro disse ainda que fazia isso a pedido do presidente Jair Bolsonaro.

Depois o ex-ministro negou que favorecesse os pastores e que estivesse obedecendo a uma determinação de Bolsonaro, apesar do áudio. Os dois pastores não têm nenhum cargo no governo.

Após o caso ser revelado, surgiu uma série de denúncias de prefeitos relatando que Santos e Moura pediram propina para liberar verbas do MEC aos municípios. Os prefeitos relataram que foram solicitados até ouro e compra de Bíblias como propina.

Santos e Moura já foram registrados em fotos oficiais do governo em eventos no Palácio do Planalto e em encontro com Bolsonaro no gabinete. Bolsonaro também já participou de evento da igreja da qual os pastores fazem parte.

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