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Industriais seguem otimistas no estado do Rio, aponta pesquisa da Firjan

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O Índice de Confiança do Empresário Industrial Fluminense (Icei-RJ), divulgado pela Firjan, aponta que os industriais seguem otimistas no estado do Rio. Em outubro, o índice atingiu 54,1 pontos, superando inclusive sua média histórica (51,5 pontos). A pesquisa avalia as condições atuais e as expectativas com relação à economia brasileira, do estado e da empresa. Os resultados variam de zero a cem pontos, sendo que os valores acima de 50 representam melhora ou otimismo.

Apesar do resultado otimista, a análise mostra que, após sucessivos crescimentos entre abril e agosto, o índice apresentou queda nos meses seguintes, refletindo, sobretudo, uma piora na percepção relacionada às condições atuais. “Sem dúvida, o cenário atual inspira cautela por parte dos empresários. Ainda existe dificuldade na compra de matéria-prima, custo elevado do frete e incertezas relacionadas ao fornecimento de energia, por exemplo. Precisamos também estar atentos à proximidade das eleições de 2022 e todas as turbulências que isso pode causar em um cenário onde as cadeias de valor estão longe das condições normais de temperatura e pressão”, avalia o presidente do Conselho Empresarial de Economia da Firjan, Rodrigo Santiago.

O indicador de Condições atuais registrou 46,1 pontos em outubro. A maior contribuição para esse quadro foi a piora da avaliação relacionada à economia brasileira, que ficou em 40,6 pontos. O cenário nacional também afetou a avaliação sobre o estado (40,8 pontos) e sobre a empresa (48,8 pontos). Nesse contexto, as expectativas positivas para os próximos seis meses mantiveram a confiança do setor industrial fluminense. O indicador de Expectativas ficou em 58,1 pontos, sendo que a avaliação sobre a empresa atingiu a maior pontuação (61,1 pontos). As expectativas sobre a economia brasileira e do estado registraram 52 e 52,2 pontos, respectivamente.

  O Índice de Confiança do Empresário Industrial Fluminense (Icei-RJ), com mais informações sobre os indicadores analisados, pode ser acessado em www.firjan.com.br/icei.

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Rede de supermercados CostAzul inaugura nova filial em São Gonçalo

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O supermercado CostAzul chegou no Jardim Alcântara, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio. O local fica localizado na rua Capitão Juvenal Figueiredo, 482.

A expectativa é atender até cinco mil clientes por dia, como avaliou o diretor da Rede CostAzul, Daniel Davi. “A gente tem uma loja num local tão populoso como esse. A expectativa é muito grande. Uma loja ampla, com estacionamento coberto. Estamos chegando num período muito bom de vendas que é dezembro. São 300 empregos diretos gerados. Vamos ter também 10 lojas na entrada para movimentar ainda mais. O objetivo do CostAzul é sempre ter preço justo, atendendo bem o cliente e ele saindo sempre satisfeito”, disse Davi.

O estacionamento do CostAzul do Jardim Alcântara é coberto e tem vaga para mais de 170 veículos. A loja também conta um grande sistema de ar refrigerado.

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Inflação é a maior para um novembro em 19 anos

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A prévia da inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), apresentou alta de 1,17% em novembro. O resultado representa a maior variação para o mês desde 2002, quando o índice ficou em 2,08%.

No mês passado, o IPCA-15 ficou em 1,20% e em novembro de 2020, 0,81%. O acumulado do ano está em 9,57% e em 12 meses a prévia da inflação está em 10,73%, acima dos 10,34% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Os dados foram divulgado hoje (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Todos os grupos de serviços e produtos pesquisados tiveram alta na prévia de novembro. O maior impacto individual no indicador foi da gasolina, que ficou 6,62% mais cara no mês, influenciando o resultado dos transportes, com variação de 2,89%, a maior entre os grupos pesquisados. No ano, a gasolina subiu 44,83% e em 12 meses a alta acumulada é de 48%.

O transporte por aplicativo teve alta de 16,23% na prévia de novembro, após ter subido 11,60% em outubro. Já as passagens aéreas ficaram 6,34% mais baratas, depois de subir 28,76% na prévia de setembro e 34,35% em outubro.

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No grupo habitação, que subiu 1,06%, a maior contribuição foi do gás de botijão, que teve a 18ª alta consecutiva, ficando 4,34% mais caro em novembro. O produto acumula alta de 51,05% desde junho de 2020. A energia elétrica desacelerou e subiu 0,93%, após subir 3,91% em outubro. Além do reajuste em Goiânia, Brasília e São Paulo, desde setembro está em vigor a bandeira tarifária Escassez Hídrica, que acrescenta R$ 14,20 na conta de luz a cada 100 kWh consumidos.

O grupo alimentação e bebidas desacelerou, com alta de 0,4% em novembro, depois de subir 1,38% em outubro. As principais altas foram do tomate (14,02%), batata-inglesa (14,13%), cebola (7%), frango em pedaços (3,07%) e queijo (2,88%). Por outro lado, houve queda no preço das carnes (-1,15%), leite longa vida (-3,97%) e frutas (-1,92%).

Em saúde e cuidados pessoais, os itens higiene pessoal (1,65%) e produtos farmacêuticos (1,13%) foram as maiores influências para a alta de 0,80% na prévia do mês. Vestuário subiu 1,59%, educação ficou estável, com alta de 0,01%, e artigos de residência ficaram 1,53% mais caros, despesas pessoais subiram 0,61% e o grupo comunicação teve alta de 0,32% na prévia de novembro.

Regiões

Segundo o IBGE, todas as áreas pesquisadas tiveram alta no IPCA-15 de novembro. A maior variação foi em Goiânia, com alta de 1,86%, puxada pelo reajuste da energia elétrica (10,93%) e pela gasolina (5,87%). A menor inflação foi medida na região metropolitana de Belém, que subiu 0,76%, com a queda de 2,05% na energia elétrica e de 9,3% no açaí.

O IPCA-15 difere do IPCA pelo período de coleta, que vai do dia 16 do mês anterior ao 15 do mês de referência, e nas regiões pesquisadas. A população-objetivo do IPCA-15 são as famílias com rendimentos de 1 a 40 salários mínimos, residentes nas regiões metropolitanas de Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e Porto Alegre, além do Distrito Federal e do município de Goiânia. (com Agência Brasil)

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Vendas na Black Friday devem cair pela primeira vez em cinco anos

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As vendas da promoção Black Friday devem apresentar neste ano a primeira queda, desde 2016, se for descontada a inflação acumulada em 12 meses. De acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o dia de promoções, marcado para 26 de novembro, deve ter um recuo de 6,5% em relação ao ano passado.

A CNC espera que as vendas cheguem a R$ 3,93 bilhões no país. É o maior valor nominal desde que a data foi incorporada ao calendário do varejo nacional. Mas como a inflação em 12 meses acumula variação de 10,67%, em termos reais a Black Friday deverá ter uma queda em relação ao ano anterior.

Na edição de 2020, foi registrado um valor nominal de vendas de R$ 3,78 bilhões, que superaria os R$ 4 bilhões se o montante fosse corrigido pela inflação.

A expectativa é que mais da metade das receitas venha dos setores de móveis e eletrodomésticos (R$ 1,10 bilhão) e de eletroeletrônicos e utilidades domésticas (R$ 906,57 milhões).

Outros segmentos com expectativa de receita relevante são hiper e supermercados (R$ 779,09 milhões) e de vestuário, calçados e acessórios (R$ 693,12 milhões).

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A CNC coletou diariamente mais de 2 mil preços de itens agrupados em 34 linhas de produtos ao longo dos últimos 40 dias, encerrados em 16 de novembro. Desses, 26% revelaram tendências de redução de preços no período – percentual abaixo dos 46% observados às vésperas da Black Friday de 2020, quando a taxa de inflação era de 3,9%.

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