Connect with us

PONTO FINAL

Governo segurou divulgação de dados sobre desmatamento na Amazônia até passar a COP26

Data de documento publicado nesta quinta-feira (18) pelo Inpe revela que governo sabia desde antes da COP sobre o aumento do desmatamento no país

Published

on

Dados do Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite-Prodes, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), publicados nesta quinta-feira (18/11), mostram que o desmatamento na Amazônia, nos 12 meses entre agosto de 2020 e julho de 2021, foi o maior para esse intervalo de tempo desde 2006. Com um total de 13,235 mil km² árvores perdidas no último ano, a informação, entretanto, era conhecida pelo governo brasileiro desde antes da Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2021 (COP 26).

Na última segunda-feira (15/11), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou, diante de empresários e autoridades árabes, que a Amazônia é “úmida” e “não pega fogo”. Em 2020, o mandatário do país fez a mesma observação e afirmou que há uma “seita ambiental” europeia, cujo interesses são estimular uma “briga comercial” para prejudicar o agronegócio brasileiro.

A taxa anual do desmatamento na Amazônia Legal, divulgada nesta quinta (18), é um desastre para o meio ambiente. A nota indicou um aumento de 22% em relação à taxa do período anterior (2019-2020), que já representava um acréscimo de 9,5% em relação ao período 2018-2019. Essa alta acompanha o início do mandato de Jair Bolsonaro.

Segundo a data da nota técnica produzida pelo Inpe, o governo sabia do número desde antes do início da COP26, a conferência dos líderes sobre a emergência climática, realizada neste ano em Glasgow, na Escócia, de 31 de outubro a 12 de novembro.

Advertisement

O documento do Inpe é datado de 27 de outubro último, portanto quatro dias antes do início da reunião (veja o fac-símile da parte final do documento). Normalmente o governo brasileiro divulga o dado do desmatamento antes do início das COPs, num gesto de transparência. O documento técnico produzido pelo Inpe é enviado tradicionalmente ao MCTI (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações), hoje ocupado por um militar da reserva da Aeronáutica, Marcos Pontes. O Inpe está vinculado à pasta.

PONTO FINAL

Comte Bittencourt é reconduzido a presidente estadual do Cidadania

Published

on

O Congresso Estadual da Cidadania, realizado na última quinta-feira (2), reconduziu o ex-deputado estadual Comte Bittencourt à presidência executiva do partido. O cargo de vice-presidente fica na responsabilidade do prefeito de Macaé, Welberth Rezende. O congresso ocorreu de maneira remota e contou com a presença do presidente nacional do Partido, Roberto Freire, e mais de 200 correligionários, entre eles prefeitos, vice-prefeitos, vereadores e o deputado estadual Luiz Paulo Correa da Rocha.

“Agradeço aos amigos do Cidadania pela recondução à executiva estadual do partido, em nosso congresso virtual. É uma missão honrosa representar tantos companheiros de valor, alinhados com princípios democráticos e uma visão contemporânea da política.”

Comte Bittencourt

Com o objetivo de debater o cenário político do país, o congresso contou com a participação dos cientistas políticos Paulo Baia, Fábio Gomes, além de Orlando Tomé, que atuou como mediador. Os convidados puderam traçar possibilidades de caminhos a serem analisados pelo partido nos âmbitos nacional e estadual.

Também foram eleitos os demais membros da executiva, do diretório, dos conselhos fiscal e de ética, e a delegação ao Congresso Nacional do partido. As votações se deram por unanimidade.

Advertisement

Ao final do evento, Comte fez um balanço e ressaltou que o partido busca de forma coerente concretizar os ideais democráticos da cidadania plena e da justiça social com novos modelos e soluções.

O Cidadania no estado do Rio conta hoje com 5 prefeitos, 6 vice-prefeitos, 63 vereadores e um deputado estadual.

Continue Reading

PAUSA PARA O CAFÉ

Pausa para o Café – Secretário da Receita cai ao não aceitar interferência  de Flávio Bolsonaro

Published

on

Secretário da Receita cai ao não aceitar interferência  de Flávio Bolsonaro

Não foram poucos os telefonemas que o secretário da Receita Federal, José Barroso Tostes Neto, recebeu nos últimos meses para pressioná-lo a nomear um nome escolhido pelo senador Flávio Bolsonaro para a corregedoria do órgão, cargo vago desde julho deste ano.

Flavio queria que Dagoberto da Silva Lemos fosse o escolhido. A interferência política revoltou os auditores fiscais da Receita que nunca tinham visto ingerência desse tipo em cargo tão técnico.

Tostes resistiu até agora e mantinha a indicação de outro nome para o cargo, que não foi efetivado. E nem será mais, como já dizem os técnicos do alto escalão da Receita. Tostes está deixando a Receita Federal.

Definido o novo secretário-especial da Receita

Julio Cesar Vieira Gomes, auditor fiscal e ex-conselheiro do Carf, é o nome escolhido para substituir José Tostes

Rejeição a Bolsonaro dificulta palanques

O Palácio do Planalto fez um mapeamento e constatou que, se o presidente Jair Bolsonaro não conseguir diminuir sua taxa de rejeição, será difícil montar palanques estaduais fortes em todas as regiões do País.

Advertisement

PL enfrenta queixas internas após a filiação de Bolsonaro

Após a filiação de Jair Bolsonaro, o Partido Liberal (PL) tem organizado uma série de mudanças locais para acomodar os aliados do presidente da República. Essa situação tem abalado a base do partido, que começou a receber reclamações de prefeitos e vereadores sentindo seus currais eleitorais “invadidos”.

Petrobras desmente Bolsonaro e nega redução no preço dos combustíveis

Em comunicado, a empresa disse que ‘não antecipa decisões de reajustes’, e reforçou que ‘não há nenhuma decisão tomada por seu Grupo Executivo de Mercado e Preços (GEMP)’

 

 

Advertisement
Continue Reading

Política

Rosa Weber libera execução das emendas de relator

Published

on

A ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou, nesta segunda-feira (6), a retomada da execução dos recursos das emendas de relator.

Na decisão, a ministra disse que devem ser observadas as regras de transparência aprovadas no Congresso Nacional recentemente.

A ministra justificou que há “potencial risco à continuidade dos serviços públicos essenciais à população, especialmente nas áreas voltadas à saúde e educação”.

“A necessidade de proteger a continuidade dos serviços públicos prestados à comunidade em geral – como via permanente de acesso das pessoas aos seus direitos básicos e às condições de existência digna – tem orientado a jurisprudência desta Suprema Corte”, justificou a ministra.

Advertisement

Rosa Weber argumentou, ainda, que suspender a execução dos recursos públicos não constitui o principal objetivo da ação, mas, sim, garantir a melhor aplicação desta verba.

“A paralisação da fase executiva do ciclo orçamentário não constitui o objeto principal desta demanda constitucional. Caracteriza apenas medida instrumental destinada a impedir irregularidade na aplicação de verbas públicas em face do quadro de absoluta falta de informações até então disponíveis quanto à forma como a Administração Pública vinha empregando esses recursos financeiros”, disse a ministra.

“Ante o exposto, acolho o pedido formulado pelos Senhores Presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, “ad referendum” do Plenário desta Corte”, decidiu Rosa Weber, que acrescentou que pediu ao presidente do STF, ministro Luiz Fux, que marque um julgamento no plenário virtual extraordinário de modo que os demais ministros decidam se referendam ou não a decisão da relatora.

No início de novembro, o STF manteve a suspensão das emendas que a própria ministra Rosa Weber havia interrompido liminarmente, devido à falta de transparência nos repasses das emendas.

Na última segunda-feira (29), então, o Senado Federal aprovou o Projeto de Resolução do Congresso Nacional (PRN) nº 4/21, que amplia a transparência na apresentação, aprovação e execução de emendas de relator-geral do Orçamento.

Advertisement

O texto que dispõe sobre liberação de verbas foi votado em sessão do Congresso. O placar entre os senadores ficou em 34 votos a favor e 32 contra Já entre os deputados, foram 268 votos a favor e 31 contrários.

A medida foi sugerida por Arthur Lira (PP-AL) e Rodrigo Pacheco (PSD-MG), presidentes da Câmara dos Deputados e Senado Federal, respectivamente, após o Supremo Tribunal Federal (STF) ter suspendido o pagamento das emendas.

Continue Reading

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

%d blogueiros gostam disto: