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ARTE & LAZER

Companhia de Ballet da Cidade de Niterói apresenta no Teatro Municipal o espetáculo “Pedra Doce – Poética de Cora Coralina”

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A Companhia de Ballet da Cidade de Niterói leva ao palco do Teatro Municipal no próximo fim de semana, a poesia e os contos da escritora goiana Cora Coralina (uma das mais importantes e premiadas do país), através do espetáculo “Pedra Doce – Poética de Cora Coralina”. A dramaturgia do espetáculo foi conduzida pela coreógrafa Ana Vitória Freire, que afirma que trabalhou para replicar a vida simples de Cora, reconhecendo sua potência como uma mulher à frente do seu tempo. As cenas apresentadas vão abordar sua vitalidade na escrita e o retorno à casa onde ela passou grande parte da sua infância. Os espetáculos ocorrem nos dias 12, às 19h, e 13 e 14 de novembro, às 18h

Toda a coreografia foi criada pelos próprios bailarinos, inspirados em passagens dos poemas de Cora durante os ensaios. Para o Diretor Artístico da Companhia de Ballet da Cidade de Niterói, Fran Mello, este é o foco principal do espetáculo: correlacionar a fisicalidade com a leitura, frase por frase e ressoar no corpo um diálogo direto com as palavras dos poemas.

“Nenhum movimento corporal foi utilizado sem que houvesse uma sintonia com os textos dela. O espetáculo busca correlacionar a escrita de Cora, seus ímpetos e necessidades em escrever, com a dos corpos dos bailarinos ao ler (ou ouvir) seus poemas”, explica Mello.

Permeado de memórias, o público será contagiado na plateia com o aroma do doce de coco feito em cena. Todo o trabalho literário de Cora se refere a sua vida pessoal. Assim, este espetáculo também segue uma linguagem biográfica, retratando sua vida vendendo doces e entregando seus escritos aos clientes. A poesia de Cora Coralina atravessa gerações, pois permite fácil identificação do leitor com seus escritos.

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O nome “Pedra Doce” traz essa poética em si, propondo a reflexão sobre as múltiplas potências da palavra “pedra”. A pedra que destrói também pode ser a que constrói. O açúcar utilizado para glacear suas frutas, após dias secando ao sol, viravam pedras deliciosas.

Os figurinos fazem alusão às múltiplas vidas que ‘habitavam’ em Cora. Os bailarinos ficaram livres para escolher suas vestes, levando à cena a multiplicidade de identidades que são percebidos em seus poemas. Segundo Fran Mello, a escolha do figurino partiu da premissa de questionar como os bailarinos se vestiriam, caso fossem convidados para um almoço de domingo na casa de Cora.  “Que roupa eles usariam neste encontro?”, explicou o artista.

Protocolos Sanitários

De acordo com o Decreto Municipal 14.142/ 2021, é necessário apresentar o comprovante de vacinação em dia, no formato impresso ou digital, acompanhado de um documento com foto.O compromisso é com o bem-estar e a saúde do público, colaboradores e dos artistas que passam pelo Theatro Municipal de Niterói. Todos os protocolos sanitários são adotados, como aferição de temperatura, presença de totem de álcool em gel e tapetes de higienização, obrigatoriedade do uso de máscaras e capacidade reduzida do local. O acesso ao espaço apenas acontecerá mediante o cumprimento das normas de segurança indicadas nos cartazes e banners.

Ficha técnica do espetáculo

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Direção artística e concepção – Fran Mello

Dramaturgia – Ana Vitória Freire

Criação Coreográfica – Todo o elenco

Ensaiadora – Fabiana Nunes

Assistente de Ensaio – Fabrícia Ribeiro

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Iluminação – Paulo Cesar Medeiros

Figurino – Fran Mello

Cenografia – Jorge Roriz

Assistente de cenografia – Wescley Menezes Lima

Fotografia – Luiz Kerche e Nadia Mathias

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Elenco – Bruna Lopes, Diego Cruz, Jayme Tribuzy, Jeanete Guenka, Jonathan Carvalheira, Lara Benevides, Luiz Menezes, Mariana Mesquita, Mirna Nijs e Robson Schmoeller.

Serviço

Espetáculo “Pedra Doce – Poética de Cora Coralina”, pela Companhia de Ballet da Cidade de Niterói

Datas: 12 de novembro, às 19h

           13 e 14 de novembro, às 18h

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Local: Teatro Municipal de Niterói

Endereço: Rua Quinze de Novembro, 35 – Centro, Niterói

Classificação: livre

Duração: 40 min

PRESENCIAL: Uma lata de leite em pó que será doada para a Campanha Niterói Solidária

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Ingresso: aquisição pelo site da Sympla

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Quiet Room: O MAC Niterói recebe instalação imersiva que desafia o visitante a se desconectar dos aparelhos celulares

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Já imaginou uma experiência audiovisual absolutamente deslumbrante, e a pessoa sem poder registrar e postar nas redes sociais?! Essa é a proposta da instalação de arte e tecnologia Quiet Room, que abre para visitação do público, na sexta-feira(10), a partir das 10h, no Salão Principal do MAC Niterói. Ela propõe um exercício de introspecção por meio da desconexão da internet e dos dispositivos “smart”. O objetivo é que, ao menos por alguns minutos, os visitantes desliguem-se das redes e mergulhem no momento.

Para participar da experiência, o primeiro passo é colocar o telefone celular no bolso. Depois, o visitante é convidado a entrar em uma sala escura, na qual, ao longo de 8 minutos, se conectará com sons e projeções interativas de paisagens, que proporcionam uma experiência de mindfulness (estar totalmente presente no momento).

Com cinco metros de largura, quatro de altura, e 10 de profundidade, a instalação é cercada de recursos tecnológicos, como sensores que captam a movimentação dos participantes à distância. Desde a sua concepção, Quiet Room previa a interação sem necessidade de contato físico e, com a pandemia, novas medidas foram adotadas, como cortina de tecido, tratamento antibacteriano e equipamentos de filtragem do ar. Há também limitação de 8 pessoas por sessão, respeitando o distanciamento social.

Conexão constante pode ter relação com níveis de ansiedade

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A hiperconexão é um termo que, apesar de não oficial, remete à necessidade constante de acesso à internet. E nem é preciso recorrer a estudos ou estatísticas para constatar que grande parte das pessoas passa o dia todo conectada a sites, aplicativos de mensagem e redes sociais. O problema, segundo profissionais de saúde mental, é que este comportamento tem ajudado a aumentar os níveis de ansiedade da população, uma vez que o tempo parece ganhar outra velocidade em ambiente virtual. Nesse sentido, ‘dar um tempo’ pode ser um passo importante para evitar ou diminuir os sintomas do transtorno.

Sensações

Felipe Reif, fundador da Deeplab Project, responsável pela concepção da instalação em colaboração com o artista francês Parse/Error e a especialista em mindfulness Regina Giannetti, conta que o trabalho envolveu diversos testes e neles foi possível observar como ‘se desligar do mundo’ pode ser mais difícil do que parece. “No início da experiência, que é menos visual, os visitantes sentiam falta da recompensa que o cérebro fornece quando acessamos nossos celulares. Porém, na medida em que a experiência evolui a sensação de ansiedade diminui e percebemos uma quietude absoluta na sala”, revela.

“Mindfulness é o estado de consciência que surge quando focalizamos a atenção no aqui – agora. A instalação convida à experiência desse estado por meio da respiração, de movimentos e da interação com o ambiente. Convida também à reflexão do quanto estamos alheios ao que nos cerca enquanto a mente viaja para o futuro, passado ou outro lugar. E é no presente que a vida realmente acontece”, avalia Regina Giannetti, instrutora de mindfulness e podcaster do Autoconsciente.

Apesar de entender a proposta de Quiet Room, as pessoas que participaram dos testes sempre pediam para repetir a experiência, com o intuito de fotografar e filmar as projeções. “Todos os participantes solicitaram uma segunda sessão para que pudessem registrar as paisagens com seus telefones celulares. Foi decidido, então, adicionar dois minutos livres no final da experiência. Nos vimos num paradoxo diante desses pedidos, mas encontramos paz no equilíbrio”, avalia Felipe.

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Quiet Room faz parte de uma série de quatro experiências autorais propostas pela Deeplab Project, sobre temas relevantes da sociedade por meio de instalações que misturam arquitetura, design e tecnologia. Redes sociais, interação do Homem com o ambiente e conexões humanas são interpretados pelo estúdio em exposições itinerantes que percorrem o país nos mais diversos espaços culturais.

Protocolos sanitários:

Todos os protocolos sanitários serão seguidos, como a obrigatoriedade do uso de máscaras. Com base no decreto municipal nº 14.141/2021 e no plano Novo Normal da Prefeitura de Niterói, a Secretaria das Culturas e a Fundação de Arte de Niterói estabeleceram novas normas para o funcionamento dos equipamentos culturais da cidade.

Desde de 1º/10/2021 é necessário apresentar comprovante de vacinação contra a COVID-19 em dia, para entrar nos equipamentos culturais de Niterói. O comprovante de vacinação pode ser apresentado no formato impresso ou digital e deve ser acompanhado de um documento com foto.

SERVIÇO:

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Exposição: Quiet Room

Abertura: 10 de dezembro, sexta-feira

Horário: a partir das 10h

Período: de 10 a 30 de dezembro de 2021

Visitação: de terça a domingo, das 10h às 18h

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Local: MAC Niterói

Endereço: Mirante da Boa Viagem, sem número

Ingresso: R$ 12 (inteira). R$ 6 (meia-entrada) – Têm direito à meia-entrada idosos a partir de 60 anos, jovens de baixa renda com idade entre 15 e 29 anos inscritos no CadÚnico, estudantes de escolas particulares, universitários e professores. É exigida a comprovação do direito ao benefício na bilheteria do museu.

Entrada gratuita para estudantes da rede pública (ensino médio), crianças de até 7 anos, portadores de necessidades especiais, moradores ou nascidos em Niterói (com apresentação do comprovante de residência) e visitantes de bicicleta. Na quarta-feira, a entrada é gratuita para todos.

Venda: pelo site da sympla ou na bilheteria do Museu. A entrada ao Museu deve ser feita até as 17h30.

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Natal e Réveillon: O museu estará fechado (galerias internas e pátio), nos dias 24 e 25 de dezembro e de 31 de dezembro de 2021 a 3 de janeiro de 2022.

Informações: (21) 2722-1543 |  facebook.com/macniteroi.oficial | @macniteroi

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Votação popular online define atrações do Festival Niterói Live

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A consulta pública realizada pela Prefeitura de Niterói para a população escolher os artistas niteroienses que vão se apresentar no Festival Niterói Live foi um sucesso, com 4.701 votos, a segunda maior consulta realizada pelo município por meio da plataforma Colab. O grupo Mulheres na Roda de Samba de Niterói foi a atração mais votada, com 1.700 votos, seguido pela banda Blood Mary, com 1.009 votos e pelo grupo Filhos de Oxóssi, com 629 votos.

O festival, idealizado e produzido pela Coordenadoria de Gestão de Eventos, acontece, em dias variados, a partir de 10 de dezembro. Este será o maior festival de lives musicais realizado na cidade. O evento terá a participação de 48 artistas. Nesta sexta-feira (10), às 16h, se apresentam Ella Z e André Joaca. Às 19h, será a vez de Dandara Alves e Fátima Regina e, às 22h, sobem ao palco Sávio e a Banda BR80.

No sábado (11), as atrações serão Donna Velha e Banda Trip Rio, às 14h; Grupo Produto do Morro e El Miraculoso Samba Jazz, às 17h; Rockfellows e Vaa Surf Band, às 20h; e Belliza Luar e o grupo Jongo Folha de Amendoeira, às 23h.

As apresentações prosseguem no domingo (12), com Mari Ribeiro e o Grupo Patuá, às 14h; Camacho Trio e Amanda Crispino, às 17h; os grupos Hexotria e The Good Fellows Band, às 20h; e Gustavo Brasília e Karina Pontes, às 23h.

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O Niterói Live vai fomentar a indústria cultural da cidade, e injetar recursos com a contratação de profissionais do setor produtivo, entre cantores, músicos, técnicos, roadies, carregadores, produtores, fotógrafos, videomakers, assistentes de palco e iluminadores.

Os shows acontecem na Sala Nelson Pereira dos Santos, no Reserva Cultural, em formato misto (presencial e digital), com presença de público no local e transmissão ao vivo pelas redes sociais da Prefeitura de Niterói. A entrada é gratuita, com respeito à capacidade da sala de acordo com os protocolos de segurança vigentes. A organização do evento pede que o público leve um quilo de alimento não perecível que será destinado para a campanha Niterói Solidária.

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Atriz Mila Moreira morre aos 72 anos

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Morreu no Rio de Janeiro, na madrugada desta segunda-feira (6), a atriz Mila Moreira aos 72 anos de idade.

Ela estava internada no Hospital CopaStar, que não divulgou a causa da morte.

“O Hospital CopaStar lamenta a morte da paciente Mila Moreira na madrugada desta segunda-feira (06) e se solidariza com a família e amigos por essa irreparável perda. O hospital também informa que não tem autorização da família para divulgar mais detalhes”, informou o CopaStar em nota.

Carreira
De acordo com informações divulgadas pela assessoria de imprensa da atriz, antes de começar sua carreira na dramaturgia, Mila fez história como modelo e manequim.

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Em 1979, foi convidada por Cassiano Gabus Mendes para participar de “Marrom Glacê”, sendo seu primeiro trabalho como atriz. Desde então, deu vida à inúmeras personagens em novelas da Rede Globo, como: “Plumas e Paetês”, “Elas por Elas”, “Champagne”, “Corpo a Corpo”, “Ti Ti Ti”, “Bambolê”, “Que Rei Sou Eu?”, “Meu Bem, Meu Mal”, “O Mapa da Mina”, “A Próxima Vítima”, “A Indomada”, “Anjo Mau”, “Malhação”, “Como Uma Onda”, “Belíssima”, “Paraíso Tropical”, “Ciranda de Pedra”, “Viver a Vida”, “Gabriela”, “O Astro” e “Sangue Bom”.

Também participou das minisséries “Anos Rebeldes”, “Os Maias”, “Um Só Coração”, “JK” e “Queridos Amigos” e de episódios dos seriados “Linha Direta” e “A Diarista”.

No cinema estreou sob a direção de J. B. Tanko em “Os Saltimbancos Trapalhões” e na sequência filmou “As Aventuras de Mário Fofoca” com direção de Adriano Stuart, “Aguenta Coração” dirigido por Reginaldo Farias e “Dias Melhores Virão” com direção de Cacá Diegues.

Seu último trabalho foi na novela “A Lei do Amor”, de Maria Adelaide Amaral e Vincent Villari.

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