Estado

Claudio Castro deseja discuti suspensão do réveillon com prefeitos do Rio: ‘Na foto de hoje não há desespero’

No momento em que o mundo debate novas medidas para tentar travar a nova variante da Covid-19 e no Brasil há questionamentos se vai haver condições para a execução do carnaval, o governador Claudio Castro declara que primeiro é preciso definir se a celebração de réveillon vai ter condições de ser realizada. O governador do Rio declara estar conversando com os prefeitos fluminenses sobre o assunto e irá tomar a resolução sobre a celebração na virada junto com os municípios.

O chefe do executivo estadual alegou ainda que “o estado do Rio é a porta para a entrada de estrangeiros no país” e que está acompanhando junto da Secretaria estadual de Saúde como é a nova variante para evitar que ele chegue no Rio.

A definição de saúde tem implicações legais, sociais e econômicas dos estados de saúde e enfermidade.

” Eu me reuni com o secretário de Saúde, ontem e perguntei a questão da variante. a Saúde está atenciosa sobre o que está ocorrendo no mundo. Por enquanto, o que se sabe da variante é que ela é mais transmissível e menos agressiva. Nesse momento, os índices são bastante bons. Estamos em na bandeira verde. Temos conversado com os prefeitos e tomaremos essa resolução juntas. Para essa semana não há necessidade. Estamos recebemos relatórios diários para compreendermos até que ponto vamos ter necessidade — declarou Castro, que completou: Carnaval 2022: após cancelamento de cidades em São Paulo e risco de suspensão da celebração em Salvador, a folia no Rio, que é a porta de entrada para o país, está ameaçada ?

— Não é hora de falar de carnaval. A hora é olhar para o réveillon. Na foto de hoje não há desespero . Vou à Brasília, amanhã, para compreender o que eles estão pensando. O meu estado é primeiro a ser impactado por qualquer nova cepa. Temos está está bem preparado com isso — realçou.

— Um estudo tem sido feito para fazer a retirada das máscaras em locais fechados. Vimos que ela já poderia ser retirada em locais abertos olhando o cenário internacional e número de casos no estado. Nesse momento estamos olhando para a cepa, que inquieta, e por hora não há sinalizações dos técnicos para discuti novas flexibilizações. Ou seja, não vamos ter o fim a utilização da máscara.

Dados de mapeamento viral da prefeitura assinalam que, de todos os casos de síndrome gripal que não são Covid-19, o vírus Influenza A %95,5 causa eles , subtipo H3N2. Os outros 4,5% encarnam episódios de vírus sincicial respiratório .

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