EM BRASÍLIA

Bolsonaro desarmou agentes da Funai que protegem indígenas

Orgulhoso de sua política armamentista, Bolsonaro retirou armas de ao menos uma base da Funai na região amazônica, onde indígenas sofrem com invasões de garimpeiros, narcotraficantes e traficantes de armamentos.

Orgulhoso de sua política armamentista, que entregou fuzis para ruralistas em “defesa da propriedade privada”, Jair Bolsonaro (PL) desarmou agentes da Funai que fazem a proteção de indígenas no Vale do Javari, região na floresta amazônica onde o indigenista Bruno Pereira e o jornalista Dom Phillips desapareceram.

Segundo reportagem de Tácio Lorran, no site Metrópoles, a Funai retirou armas de fogo em ao menos uma das bases de proteção na Terra Indígena (TI) Vale do Javari.

A denúncia foi feita ao Ministério Público federal (MPF) e teria resultado em um inquérito civil.

A retirada das armas teria sido feita pelo tenente da reserva do Exército Henry Charlles Lima da Silva, que atuou como coordenador da Funai no Vale do Javari. Ele foi nomeado para o cargo pelo secretário-executivo do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), Tercio Issami Tokano, que atualmente trabalha no gabinete do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça.

Além da ação de garimpeiros em busca de ouro, a região do Vale do Javari, que foi demarcada como Terra Indígena em 2001, sofre com o narcotráfico e o tráfico de armas.

É muito comum os invasores ameaçarem indígenas e os próprios agentes da Funai com armas, uma das principais bandeiras da política genocida de Jair Bolsonaro.

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