EM BRASÍLIA

Adriano Pires desiste de assumir presidência da Petrobras

O economista Adriano Pires (foto) disse ao Palácio do Planalto nesta segunda (4) que não vai assumir o comando da Petrobras. Ele havia sido escolhido por Jair Bolsonaro após a saída de Joaquim Silva e Luna.

Segundo O Globo, o que fez Pires desistir do cargo foram os possíveis conflitos de interesse, apontados em relatório da área técnica da estatal. Ele é consultor da Abegás e de diversas empresas do setor.

O Ministério Público havia pedido ao TCU que apurasse a indicação.

No domingo, Rodolfo Landim, indicado para comandar o conselho de administração da empresa, também desistiu de assumir. O Antagonista revelou que foi condenado por contas irregulares, o que dificultaria sua aprovação. Ontem, a Crusoé mostrou que ele desistiu da indicação.

Jair Bolsonaro teria dito a aliados que integrantes da Petrobras estariam fazendo “jogo sujo” contra a indicação de Pires.

Aliados do economista Adriano Pires afirmam que ele estuda formas de viabilizar sua indicação para a presidência da Petrobras, embora admitam que a formatação da lei que rege as normas para indicações a cargos em estatais impede “que um nome de mercado” dirija a petroleira.

A informação sobre a desistência de Pires foi publicada por Malu Gaspar, do jornal O Globo. Horas depois, o Palácio do Planalto e o Ministério de Minas e Energia divulgaram nota negando ter recebido qualquer comunicado oficial.

Essa versão, a de que a decisão ainda não foi tomada ou formalizada, é endossada por aliados de Pires. Segundo esse grupo que dá suporte ao economista, há um trabalho para “enfrentar os obstáculos” e Pires ainda teria reuniões nesta segunda-feira (4) para traçar cenários.

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