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1º dia de desfiles da Série Ouro no Rio marcada por atrasos e acidente

Depois de dois anos, o carnaval voltou à Sapucaí nesta quarta-feira (20) com as apresentações das escolas da Série Ouro do Rio de Janeiro.

As estruturas de cimento e aço do Sambódromo ganharam vida novamente, após dois anos de sono involuntário, devido à pandemia. Quando a primeira escola pisou na Avenida Marquês de Sapucaí na noite desta quarta-feira (20), pela Série Ouro, foi dada a largada oficial do carnaval fora de época no Rio de Janeiro.

Mas antes das escolas, o privilégio de estrear na pista foi dos componentes da velha guarda, carregando os estandartes de cada agremiação, cantando a composição Velha Guarda, de Dicró: “Sou velha guarda, a espinha dorsal do samba”.

Acadêmicos do Cubango

A Acadêmicos do Cubango foi a segunda escola da primeira noite da Série Ouro no Carnaval de 2022, teve dias complicados antes do desfile na Sapucaí, relatos apontavam graves problemas financeiros envolvendo a gestão da presidente Patrícia Cunha.

A Verde e Branco de Niterói defendeu o enredo “O Amor Preto Cura: Chica Xavier, a Mãe Baiana do Brasil”, que homenageia uma das mais importantes atrizes do negras do país. A homenageada é protagonista na luta antirracista.

O enredo “O Amor Preto Cura: Chica Xavier – a Mãe Baiana do Brasil” fez uma homenagem à atriz Chica Xavier (1932-2020), que teve extensa carreira no teatro e na TV.

A Verde e Branca de Niterói costurou as interpretações de Xavier com suas contribuições em outras áreas, como educação e religião, em 19 alas, 3 carros e 2 tripés e 2.200 componentes – alguns deles, no entanto, afirmam que não puderam desfilar.

O carro abre-alas exibiu uma imagem de Maria do Rosário no alto do carro apresentava falhas no acabamento

O terceiro carro alegórico, que tinha tintas soltas e elementos que deveriam parecer marfim, mas que estava descascando. O carro também precisou ser empurrado.

O enredo não apresentou a carreira artística de Chica Xavier e sim a religiosidade da atriz.

Parte da escultura do último carro despencou e quase causou um acidente mais grave. O objeto atingiu de leve em um dos destaques.

Acadêmicos do Sossego

Já era dia quando a Acadêmicos do Sossego encerrou a primeira noite dos desfiles. A escola de Niterói foi a sétima.

Desde 2017 na Série A (a agora Série Ouro), ela apresentou o enredo “Visões xamânicas”.

Com 17 alas, três carros e um tripé e 2 mil componentes, a Sossego criou um xamã fictício para alertar sobre a importância do respeito à natureza e dos perigos de um mundo adoecido.

Nesta quinta-feira (21) será a vez das outras escolas da Série Ouro desfilarem na Marquês de Sapucaí: Lins Imperial, Inocentes de Belford Roxo, Estácio de Sá, Acadêmicos de Santa Cruz, Unidos de Padre Miguel, Acadêmicos de Vigário Geral, Império da Tijuca e Império Serrano.

Menina é atropelada por carro alegórico

Uma menina de 11 anos perdeu uma das pernas após um acidente com um carro alegórico da Em Cima da Hora na saída do Sambódromo, na Rua Frei Caneca, Centro do Rio. A outra perna está em estado crítico.

Médicos também afirmaram que a menina sofreu um traumatismo no tórax e sofreu uma parada cardíaca. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, o estado dela é grave.

Segundo testemunhas, a mãe e a menina estavam numa praça no Estácio, perto da Sapucaí, lanchando. A menina se afastou, junto com dois amigos, para olhar os carros alegóricos que estavam passando.

De repente, a mãe foi avisada de que a menina tinha sido atropelada por um carro alegórico e prensada contra um poste. No Souza Aguiar, ela foi levada para o centro cirúrgico, onde permanecia

 

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