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Wilson Witzel participa de cerimônia de transmissão de cargo no Palácio Guanabara

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Acontece nesta quarta-feira (2), desde às 14h, a cerimônia de transmissão de cargo do Governo do Rio de Janeiro. A solenidade, que acontece tradicionalmente no mesmo dia da posse, é realizada em um dia diferente a pedido do governador Wilson Witzel (PSC). O político solicitou o adiamento para poder estar presente na posse do Presidente da República Jair Bolsonaro (PSL) em Brasília, na tarde de terça-feira (1º).

Por conta da cerimônia, o Palácio Guanabara, no bairro de Laranjeiras, na Zona Sul do Rio, recebe reforço no policiamento. Cerca de 100 policiais lotados no 2º Batalhão, Choque e Bope estão presentes no local para garantir a segurança de Witzel, lideranças políticas e seus convidados.

Antes, Witzel passou em revista a guarda palaciana, com homens e mulheres da Polícia Militar, e reverenciou a bandeira. O governador voltou a dizer que tratará traficantes armados com fuzis no Rio como narcoterroristas e prometeu “guerra” contra os criminosos.

“O crime organizado não pode estar mais com a liberdade que hoje dispõe de portar armas de guerra e ser tratado de forma romântica como sujeitos que não tiveram oportunidade. Todos tivemos oportunidade. Todos aqueles que quiserem estudar, trabalhar, persistindo encontrarão seu caminho”, acrescentou, antes de dizer, na entrevista coletiva, que formalizará ao ministro da Justiça, Sérgio Moro, um pedido para federalizar uma unidade prisional do Rio e mais rigor nas penas a chefes do tráfico.

Acompanhado da primeira-dama, Helena Witzel, o governador também voltou a falar em reduzir os custos da máquina pública, aumentando a eficiência, com já havia feito em seu discurso de posse, na manhã de terça-feira (1º), na Assembleia Legislativa.
O governador explicou os motivos de ter se emocionado ao ser empossado, na Alerj.

“Quero dizer que minha felicidade é extrema. Chorei de emoção ao ouvir o Hino Nacional. Chorei pelos nossos ancestrais que deram a vida pela nossa bandeira, pelo nosso país (…) Quero resgatar tradições. Elas são importantes pra manter vivo na memória o quanto já se fez para que esse estado hoje estivesse com a sua população com um mínimo de serviços públicos. “

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