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TCE aponta superfaturamento de R$ 11,5 milhões em BRT Transoceânica, em Niterói.

Saiu nesta quinta-feira (11) o voto final do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ) sobre a auditoria realizada nas contas do BRT Transoceânica, em Niterói.

E o resultado é que, na avaliação dos conselheiros, a prefeitura pagou R$ 11,5 milhões a mais do que deveria — e pede a devolução de quase todo o valor aos cofres municipais.

O voto do conselheiro Rodrigo Melo do Nascimento, aprovado por unanimidade, mostra sobrepreço de quase R$ 11 milhões no edital e de R$ 4,6 milhões em um termo aditivo.

E ainda determina a citação do diretor de manutenção da Empresa Municipal de Moradia, Urbanização e Saneamento (Emusa), Lincoln Thomaz da Silveira, do arquiteto Fabio Queiroz Cupulille, do engenheiro Sebastião César Farias (ambos da Emusa) e do Consórcio Constran-Carioca-Transoceânica.

Agora, o tribunal vai enviar comunicações aos ministérios públicos Federal e Estadual, à Caixa Econômica Federal, que financiou grande parte dos trabalhos, e ao Ministério das Cidades, já que a obra contou com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2).




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