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Lava Jato mira dez deputados estaduais em desdobramento da Operação Cadeia Velha no RJ

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A Polícia Federal cumpre mandados de prisão contra 10 deputados estaduais do Rio de Janeiro e mais 12 pessoas em um desdobramento da Operação Lava Jato. Entre os alvos também está um secretário do governo de Luiz Fernando Pezão (MDB), que não é investigado. Três dos parlamentares já cumprem pena.

A investida, desta vez, mira esquema de compra de apoio político de parlamentares. O alvo é o grupo político da base do MDB do ex-governador Sérgio Cabral, que comanda o estado há mais de 10 anos. O nome da operação é referência a uma sala de reuniões localizada ao lado do plenário da Alerj onde deputados se reúnem para rápidas discussões antes das votações.

Policiais federais cumprem mandados de busca e apreensão no Palácio Guanabara, sede do Executivo Fluminense, e no anexo da Alerj.

Tiveram prisão preventiva decretada os deputados: Jorge Picciani, Paulo Melo e Edson Albertassi, todos caciques do MDB.

Paulo Melo e Esson Albertassi já estão presos desde novembro do ano passado, quando foi desencadeada a primeira fase da operação.

Na mesma ocasião, Jorge Picciani também chegou a ser preso. A prisão, no entanto, foi convertida em domiciliar porque o deputado afastado está tratando de um câncer.

Tiveram prisão temporária decretada os deputados: André Corrêa, do DEM, Chiquinho da Mangueira, do PSC, e o Coronel Jairo, do MDB.

Foram expedidos entre 20 e 25 mandados de prisão. Também há mandados de busca e apreensão na Alerj e no Palácio Guanabara, sede do executivo estadual.

Na operação desta quinta-feira (8), também há mandados de prisão temporária para o atual secretário estadual de governo, Afonso Monnerat, e para o ex-presidente do Detran Rio, Vinícius Farah, que foi eleito deputado federal pelo MDB.

A operação foi determinada por desembargadores da 1ª Seção Especializada do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) e se debruça também sobre a atual gestão do governo estadual, apesar de não haver citação direta ao governador Luiz Fernando Pezão.

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