‘GREVE GERAL’ NÃO É GERAL E NÃO PARALISA O PAÍS

Os transportes públicos funcionam e não há sinais de colapso nas maiores cidades do País, apesar da tentativa “greve geral” promovida por sindicalistas em protesto contra as reformas trabalhista e previdenciária. Outras capitais, como Brasília e Belém, os transportes foram afetados seriamente.

Apesar dos motivos alegados para os protestos, na verdade os sindicalistas ligados à CUT e ao PT estão inconformados com o fim da obrigatoriedadedo imposto sindical, que lhe rende R$3,5 bilhões anualmente. A reforma trabalhista prevê o fim dessa obrigatoriedade.

Em São Paulo, os metroviários se recusaram a aderir à greve e, assim como no Rio de Janeiro, os transportes públicos não foram afetados pelo movimento sindical.

Em Niterói , na Estação Araribóia, manifestantes ficaram desde às 5h bloqueando parte da entrada. No entanto, de acordo com a CCR Barcas, graças a uma liminar obtida na justiça e ao apoio da Polícia Militar, o acesso às embarcações aconteceram normalmente, com os intervalos normais entre as viagens, seguindo a programação de dias úteis.




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