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Flamengo é derrotado pelo Atlético-PR no Maracanã

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Um jogo que resume bem o que foi o Flamengo em 2018. Um time superior aos adversários e que não faz valer a expectativa. E assim, na despedida da temporada, o Rubro-Negro conseguiu mais uma vez decepcionar seus torcedores com a derrota por 2 a 1 em pleno Maracanã para os reservas do Atlético-PR. A torcida, pelo menos, conseguiu um título de consolação: o de recorde de público do Brasileiro, com mais de 66 mil pessoas, mas não perdoou chamando o time de sem vergonha e vaiando ao fim.

Foi a despedida de Lucas Paquetá, que vai jogar pelo Milan em 2019. Emocionado, o garoto chorou antes do jogo, mas parecia nervoso em campo e não jogou bem, repetindo as atuações recentes. Outro que está perto de dar adeus é o presidente, Eduardo Bandeira de Mello, hostilizado pelos torcedores em seu último mês de mandato. Já Dorival Junior deixou a área técnica sem saber se foi sua última vez no comando rubro-negro.

Antes da decepção, o jogo proporcionou uma volta por cima de Rhodolfo, que conviveu com lesões e o banco nesta temporada. Neste sábado foi apenas o 23º jogo do zagueiro, que subiu mais alto que a zaga adversária após escanteio de Diego para fazer 1 a 0, aos 22.

Contra um Atlético-PR reserva, pensando na final da Copa Sul-Americana, o Flamengo poderia ter transformado o dia numa grande festa, principalmente pelo primeiro tempo tranquilo. Mesmo sem grande atuação, o Rubro-Negro tinha o domínio do jogo e só levou susto numa bomba de Márcio Azevedo que César espalmou. E poderia ter ampliado com Uribe, cabeceando para fora, e com Everton Ribeiro, que parou em boa defesa do goleiro Felipe Alves.

E como aconteceu muitas vezes ao longo da temporada, o Flamengo conseguiu transformar um jogo tranquilo em irritação aos torcedores. Sem uma boa atuação na segunda etapa, o time ainda levou uma virada improvável. Em saída de bola errada de Uribe, o Atlético-PR empatou com Rossetto girando sobre dois marcadores, aos 19. E o Furacão só precisou de mais seis minutos para virar, em golaço de Rony soltando a bomba. Pouco tempo antes, o atacante colombiano havia perdido uma chance clara.

Nada, porém, que ameaçasse o domínio do Atlético-MG. Zé Ricardo ainda pôs Leandrinho, Ezequiel e João Paulo em campo e as mexidas surtiram algum efeito. Prova disso foi o chute de João Paulo rente à trave de Victor, aos 31. Mas, com o tempo, a afobação dominou o Botafogo. Kieza, aos 47, perdeu chance incrível, de cabeça, dentro da pequena área. O Atlético-MG, cansado, agradeceu.

 

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