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Flamengo demite Barbieri e conversa com Dorival para encerrar o ano

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O Flamengo embarca para a Bahia. Maurício Barbieri vai para casa. Minutos antes de seguir para Salvador, onde encara o Bahia, sábado, pelo Brasileirão, o Rubro-Negro oficializou a demissão do treinador. Dorival Junior, que abriu a gestão Bandeira de Mello, em 2013, é o favorito para o cargo.

O clima ficou insustentável para Barbieri após a derrota para o Corinthians, quarta-feira, pela Copa do Brasil. Desde o vestiário da Arena, a demissão era questão de tempo, e o Flamengo preocupava-se mais em encontrar um nome de consenso para troca. Até mesmo Eduardo Bandeira de Mello e Carlos Noval, antes defensores da permanência baixaram a guarda.

Passagem de Barbieri como técnico do Flamengo:

  • 39 jogos
  • 19 vitórias
  • 11 empates
  • 9 derrotas

A quinta-feira foi tensa em São Paulo, com reuniões entre os dirigentes e isolamento do treinador, que teve seu último ato em atividade no CT do Palmeiras, de tarde. A demissão foi consumada no fim da noite, quando Barbieri foi informado de que não viajaria com o grupo para Salvador.

Com a decisão, o técnico de 36 anos deixa também a comissão permanente, para a qual chegou ao clube em janeiro, e tentará se estabelecer no mercado como treinador. Maurício Souza, o Mauricinho, comanda o treino desta sexta-feira, em Salvador, mas o Flamengo projeta já ter um novo profissional diante do Bahia.

Maurício Barbieri, 36 anos, comandou a equipe em 39 jogos, com 19 vitórias, 11 empates e nove derrotas. Ele assumiu o time no fim de março, após a demissão de Paulo Cesar Carpegiani, reflexo de outra eliminação em uma semifinal: do Carioca, para o Botafogo.

Apesar de sempre conviver com cobranças, teve um momento de paz quando o Flamengo liderou o Campeonato Brasileiro antes da Copa do Mundo. A queda vertiginosa na tabela e as eliminações na Libertadores e na Copa do Brasil foram decisivas para o fim do ciclo.

A escolha por Dorival Junior guarda uma coincidência para Eduardo Bandeira de Mello: foi ele o primeiro treinador da gestão, ainda em 2013, herança de Patrícia Amorim. Na época, porém, o comandante nunca foi unanimidade e foi demitido após dois meses e meio.

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