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Dono da Havan diz que não banca campanha anti-PT pelo WhatsApp e fala em processar a Folha

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O empresário catarinense Luciano Hang, dono da rede de lojas Havan, é um dos alvos da Ação de Investigação Judicial Eleitoral apresentada no fim da tarde desta quinta-feira ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pelo Partido dos Trabalhadores (PT). A ação sugere um suposto favorecimento ilegal de Jair Bolsonaro (PSL) com pacotes de transmissão de mensagens no Whatsapp, conforme reportagem publicada pela Folha de S. Paulo. Hang afirma não ter feito nada ilegal.

O PT pede que sejam expedidos mandados de busca e apreensão de documentos na sede da Havan e na casa do empresário _ papéis que “possuam relação com empresas de comunicação digital e com a campanha de Jair Messias Bolsonaro”.

A ação pede ao TSE que Hang forneça cópias de toda documentação contábil, financeira, administrativa e de gestão, que digam respeito a eventuais atos e gastos do empresário ou de sua empresa em apoio direto ou indireto a Bolsonaro. Por fim, quer a quebra de sigilo bancário e telefônico de Hang e das empresa Quick Mobile Desenvolvimento e Serviços, Yacows Desenvolvimento de Software Ltda, Croc Services Soluções de Informática e SMS Markt Soluções Inteligentes Ltda, que também foram citados na reportagem da Folha.

Luciano Hang disse à coluna, nesta quinta-feira, que não fez “nada de errado”.

_ Nunca ouvi falar que poderíamos impulsionar WhatsApp. Sou mais um dos milhões de brasileiros que faz seus vídeos de graça e coloca na rede _ afirmou.

Em nota, o empresário diz que os trechos da reportagem da Folha de S. Paulo que o citam são “falsos”.

Confira a nota na íntegra:

NOTA DE ESCLARECIMENTO

A Havan Lojas de Departamentos Ltda. e Luciano Hang vem a público esclarecer o que segue.

O jornal Folha de São Paulo traz hoje em sua manchete de capa matéria afirmando que “empresas bancam disparo de mensagens anti-PT nas redes”. O texto também foi reproduzido na internet sob o título “empresários bancam campanha contra o PT pelo WhatsApp”.

Na parte que menciona a Havan e Luciano Hang, a matéria é falsa.

Infelizmente, na mesma proporção em que o periódico assume sua posição ideológica, ele se distancia da verdade.

No afã de produzir conteúdo impactante, a Folha simplesmente desconsiderou os princípios que norteiam um jornalismo sério. A matéria não contém nenhum indício ou prova da afirmação, é um simples boato (mentiroso).

Foi esclarecido ao jornal que a afirmação era inverídica tanto pelas empresas que teriam realizado a veiculação no Whatsapp quanto pelo Luciano. No entanto, a Folha simplesmente ignorou os fatos para publicar um rumor, sem se preocupar em buscar a verdade.

Essa conduta irresponsável levou a publicação da notícia falsa (Fake News) com claro viés ideológico, contendo acusações infundadas contra a Havan e Luciano Hang.

Por isso, a Havan e Luciano Hang esclarecem que não existe nenhum contrato ou pagamento para impulsionamento de conteúdo no Whatsapp, tampouco qualquer ato ilegal. Jamais houve doação não declarada.

Esclarece-se, ainda, que a Folha de São Paulo será processada judicialmente em razão da matéria falsa veiculada hoje”.

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